Trump esclareceu seu plano de assumir Gaza em uma postagem matinal no Truth Social, após a controvérsia de sua coletiva conjunta com Netanyahu.
O plano prevê que Israel entregue Gaza ao controle dos EUA após o término do conflito atual.
Trump afirmou especificamente que "nenhum soldado dos EUA seria necessário!" abordando preocupações de isolacionistas republicanos.
A proposta inclui reassentar os palestinos em "comunidades mais seguras e bonitas" na região, embora nenhum país anfitrião tenha manifestado interesse.
Trump imagina transformar Gaza em "um dos maiores e mais espetaculares desenvolvimentos do tipo na Terra".
A Casa Branca, por meio da Secretária de Imprensa Karoline Leavitt, tem trabalhado para esclarecer aspectos do plano.
Permanecem dúvidas sobre a autoridade legal para tal tomada de controle dos EUA sobre Gaza.
A proposta tem enfrentado críticas por potencialmente constituir "limpeza étnica", dependendo se a realocação dos palestinos seria temporária ou permanente.
Trump mencionou trabalhar com "grandes equipes de desenvolvimento de todo o mundo" para reconstruir Gaza.
A especificidade da nova declaração de Trump sugere que isso vai além de ser apenas uma tática de negociação.
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